Nos processos de ensino e aprendizagem, a construção do conhecimento se dá essencialmente por meio da linguagem. A função fundamental da linguagem é ligar contextos. Portanto, o universo simbólico que o aluno já construiu é o seu contexto para aprendizagem de um novo assunto a ser proposto. As palavras emitidas pelo professor levam o sentido do contexto do emissor. Essas palavras são recebidas pelo aluno e interpretadas por ele dentro do seu contexto.sábado, 26 de janeiro de 2008
A LINGUAGEM
Nos processos de ensino e aprendizagem, a construção do conhecimento se dá essencialmente por meio da linguagem. A função fundamental da linguagem é ligar contextos. Portanto, o universo simbólico que o aluno já construiu é o seu contexto para aprendizagem de um novo assunto a ser proposto. As palavras emitidas pelo professor levam o sentido do contexto do emissor. Essas palavras são recebidas pelo aluno e interpretadas por ele dentro do seu contexto.sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
SER HUMANO IDEAL

sábado, 19 de janeiro de 2008
OS DIREITOS IMPRESCRITÍVEIS DO APRENDIZ
Segundo Perrenoud, o conselho de classe é um espaço onde é possivel gerir abertamente a distância entre programa e o sentido que os alunos dão a seu trabalho. Em cada classe, há um contrato pedagógico e didático pelo menos implícito, que fixa certas regras do jogo em torno do saber, impedindo o professor de colocar questões sobre assuntos ainda não abordados, ou o aluno de perguntar constatemente por que estuda isto ou aquilo. A relação legítima com o saber é definida pelo contrato didático, que intima o aluno a trabalhar mesmo que não compreenda o objetivo de uma atividade. O conselho de classe poderia ser o espaço onde se gera abertamente a distância entre os alunos e o programa, onde se codificam as regras, por exemplo, os "direitos imprescritíveis do aprendiz". Assim denominei...uma série de direitos passíveis de aperfeiçoar o contrato pedagógico e didático:
- O direito de não estar constantemente atento.
- O direito a seu foro íntimo.
- O direito de só aprender o que tem sentido.
- O direito de não obedecer seis a oito horas por dia.
- O direito de se movimentar.
- O direito de não manter todas as promessas.
- O direito de não gostar de escola e de dizê-lo.
- O direito de escolher com quem quer trabalhar.
- O direito de não cooperar para o seu próprio processo.
- O direito de existir como pessoa.
Cabe ao leitor completar essa lista, pensando no desejo de saber ou na decisão de aprender. Não para impor um regulamento aos alunos, mas para teruma idéia do que poderia surgir se o conselho dos alunos se atribuísse a tarefa de tornar o trabalho escolar aceitável. Os poderes do grupo-classe são consideráveis e podem desempenhar um papel essencial de mediação: a relação com o saber pode ser redefinida na classe, graças a uma verdadeira negociação do contrato didático, o que evidentemente supõe, do professor, a vontade e a capacidade de escutar os alunos, de ajudá-los a formular seu pensamento e de ouvir suas declarações...
O CHORO

"...O choro desesperado da criança "caprichosa" que não deseja se fazer lavar, pentear, vestir, é expoente de um primeiro drama que se desenrola nos conflitos humanos.Quem seria capaz de supor que esse auxílio inútil prestado à criança é a raiz primordial de todas as repressões e, consequentemente, dos danos mais perigosos que o indivíduo adulto pode nela acarretar?"(M.Montessori)
domingo, 13 de janeiro de 2008
O RITMO

A MÃO
"A MÃO É UM ORGÃO DE ESTRUTURA DELICADA E COMPLEXA QUE PERMITE À INTELIGÊNCIA NÃO SÓ MANIFESTAR-SE COMO TAMBÉM ESTABELECER RELAÇÕES ESPECIAIS COM O AMBIENTE".(Maria Montessori)

